O ATRASO

By joelgomes

PLOT

Santos é o típico empregado de escritório, um tipo que vive na esperança de que a sorte lhe bata à porta. Num dia como qualquer outro, Santos chega atrasado ao trabalho e Ramos, o seu patrão, faz-lhe um derradeiro ultimato. Caso chegue atrasado mais uma vez…

No dia seguinte, Santos faz os possíveis e os impossíveis para chegar a horas mas algumas circunstâncias bizarras vão tentar impedi-lo de atingir o seu objectivo.

BASE

O ATRASO foi uma segunda experiência, tanto para mim como para o David. Para ele porque foi a segunda curta-metragem que realizou; para mim porque foi a segunda que escrevi.

Tenho orgulho de dizer que O ATRASO contém a primeira cena de ficção científica de animação feita num filme português. Estamos a falar dum filme que não levou subsídios nem nada disso. Um filme feito à custa de muito suor e sacrifício. Façam a comparação com os filmes portugueses que vêem por aí (aqueles que recebem balúrdios a fundo perdido) e tirem daí as vossas conclusões.

Relembro os tempos de rodagem com saudade sempre que vejo o resultado final. Foi, sem dúvida, um filme que nos deu trabalho mas, também, prazer a fazer.

Tivemos a honra de trabalhar com dois senhores da representação. Um, o já ido Canto e Castro, com o seu espírito de jovem eterno sempre pronto a novas aventuras a criar um bom ambiente. (Foi-se o homem, ficou a obra.) O outro, bem mais jovem, mas não menos louco: Tiago Castro (o ‘Crómio). Confesso que não lhe desejava isso, mas trabalho é trabalho e o Tiago é um tipo versátil.

Deixar uma Resposta